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O dinheiro como vetor de contaminaçao dos alimentos: Um estudo nas cantinas SOLIDÁRIA I e VII DA UEFS

ANAIS I CONGRESSO INTERNACIONAL DE ECONOMIA POPULAR E SOLIDÁRIA E DESENVOLVIMENTO LOCAL: diálogo Brasil Cuba, Feira de Santana, 2016

Geisiane dos Santos Silva, José Raimundo Oliveira Lima, Março 2016

I CONGRESSO INTERNACIONAL DE ECONOMIA POPULAR E SOLIDÁRIA E DESENVOLVIMENTO LOCAL: diálogo Brasil Cuba, Feira de Santana, 2016

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Resumo :

O dinheiro como meio de pagamento ao longo dos anos tem assumido diversas formas entre as mais utilizadas estão as moedas metálicas e em papel que tem sido bastante manuseadas com uma circulação cada vez maior, em que pese o surgimento de outras, como as virtuais, cartões, etc., não permanecendo em um mesmo lugar ou nas mesmas mãos por muito tempo. O manuseio pode acumular muitos microrganismos entre fungos e bactérias. Por essa razão o dinheiro pode ser um “veículo” potencializador de doenças, por está em contato com distintas microbiotas. O dinheiro em decorrência do seu manuseio, portanto, é como vetor de contaminação objeto desse estudo. Para realização e desenvolvimento deste trabalho buscou-se acompanhar a rotina dos grupos atuantes na Cantina do Módulo I e VII - UEFS observando e diagnosticando o grau de conhecimento e aplicação de boas práticas de fabricação, durante o desenvolvimento de suas atividades, por aqueles que participam do processo de incubação desenvolvido pela IEPS/UEFS. Diminuir o fluxo das cédulas, consequentemente diminui o nível de contaminação dos trabalhadores que realizam essa função e estão expostos diariamente a risco de contaminação por meio do dinheiro. A utilização da moeda social, que surge na Economia Solidária, possuindo características próprias e funcionalidade local possivelmente trará essa recomendação e será um vetor de menor ofensividade.

Fontes :

ANAIS I CONGRESSO INTERNACIONAL DE ECONOMIA POPULAR E SOLIDÁRIA E DESENVOLVIMENTO LOCAL: diálogo Brasil Cuba, Feira de Santana, 2016